Portal O TEMPO

Oferecimento:

Logotipo do Sebrae
logotipo da Gerdau

124 coisas surpreendentes para fazer em Belo Horizonte

Por Rafael Rocha

Belo Horizonte pode ser uma incrível caixinha de surpresas. Basta você abrir os olhos e prestar atenção nas atrações que a cidade nos oferece. Comer um prato diferente (vai moqueca de jacaré?), fazer um passeio radical, visitar uma igreja diferente ou encarar alguma atração animada pela madrugada adentro.

Em comemoração ao aniversário de 124 anos de nossa amada cidade, elaboramos uma lista com 124 coisas surpreendentes para você fazer por aí. Divirta-se!

1. Conferir uma vista deslumbrante nos mirantes e passear pelas trilhas do Parque Rola-Moça, entrada pelo Barreiro. 

2. Visitar o Usina da Cultura, no bairro Ipiranga, que sempre apresenta várias atividades, como aulas gratuitas de dança livre. O local é arborizado, tem ampla área externa e biblioteca.

Credito: Duorama Fotografia

Biblioteca do Usina da Cultura. Credito: Duorama Fotografia

3. Fazer piquenique e admirar a vista no deque do Parque Amílcar Vianna Martins, no Cruzeiro, de onde o pôr-do-sol é incrível. Dá para almoçar no Mercado Distrital do Cruzeiro que fica ao lado, onde o Imperium Bar serve uma das melhores feijoadas de BH..

4. Curtir um dos sambas mais animados no Bar do Cacá, no bairro São Paulo. As noites de domingo são as melhores.

5. Fazer aulas de skate no Spot Culture, no Centro, que também recebe intensa programação cultural.

6. Assistir a troca da guarda no Palácio da Liberdade, que foi retomada em dezembro e ocorre todo primeiro domingo de cada mês, na porta do Palácio. Aproveite e faça a visita guiada ao imponente imóvel, repleto de história política.

7. Shows intimistas realizados em lugares quase secretos. O projeto Tranquilo é itinerante e ocorre toda terça-feira. Para saber o endereço da vez, siga a galera no Instagram.

8. Praticar rapel noturno na pontinha do Belvedere. O pessoal da BH.Radical vende esses passeios irados.

9. O pôr-do-sol fica deslumbrante no Night Market, um rooftop no bairro Estoril que promove festas bastante animadas e atrai a galera mais jovem.

10. Conheça mais sobre lendas e fantasmas de Belo Horizonte no passeio organizado pela turma do VisiteBeaga.

11. Ver de perto o quadro Civilização Mineira (abaixo), de Candido Portinari, na Casa Fiat de Cultura. A obra é de 1959 e possui peças multissensoriais que permitem o acesso a pessoas com deficiência visual.

Painel Civilização Mineira, de Candido Portinari. Crédito: Studio Cerri.

12. Visitar o antigo salão do Senado Mineiro, no segundo pavimento do Museu Mineiro. A decoração é deslumbrante e repleta de obras de arte.

13. Comprar aviões e tanques de guerra em miniaturas na Bunker, loja especializada em plastimodelismo. Fica no Shopping 5ª Avenida, telefone 3281-0293.

14. A rua Rua Javert Barros, no Buritis, é chamada pelos moradores de “rolimódromo”. É que um pessoal costuma andar de carrinho de rolimã por ali. Fique ligado também no Mundialito de Rolimã.

15. Deixei o preconceito com jiló para outra cidade. Por aqui nós comemos o fruto em várias versões. A mais conhecida é o fígado com jiló, sucesso no Mercado Central. Mas você pode ir além disso. No Koqueiro’s Bar você toma caldo de jiló; no Bar do Zezé o jiló chega recheado com bacon no prato “Encontro Marcado”; e no Silvio’s Bar o ingrediente vem empanado com queijo parmesão e fica irresistível.

16. Comer uma típica pizza napolitana feita no Delizie di Dario, que tem um italiano e uma brasileira no comando.

17. Tomar café em meio a um jardim aconchegante como no Verdes-Si, no Belvedere. 

18. Almoçar em meio a pássaros e uma queda d’água no Chalé da Mata, no Buritis

19. Assistir a filmes independentes e frequentar os eventos culturais na Filme de Rua, espaço cultural no edifício Sulamérica.

20. Conferir o pôr-do-sol no terraço do edifício Acaiaca, em pleno centro, com uma vista impactante da cidade, acompanhado por espumante, petiscos e música. Custa R$ 80 por pessoa.

21. Visitar as criativas instalações artísticas no Espai, no Santa Efigênia.

22. Comer espetinho, tropeiro ou milho cozido na Feirinha da Savassi, que ocorre às quintas-feiras.

23. Almoçar um prato chinês típico no Chen Chang Kee Noodle House. Não há placa, o cardápio está em mandarim, mas vai dar tudo certo. Dumpling (bolinho de carne), ramen e yakisoba são algumas das opções, todas incrivelmente baratas. O endereço é rua Curitiba, 130, centro, telefone 97534-7710.

24. Que tal tomar um café nas alturas em pleno centro? No Eleven isso é possível.

25. Fazer aula de percussão no Percussão Circular, que ensina de um jeito leve e prioriza o aprendizado em conjunto como ferramenta pedagógica.

26. Comer algum prato de inspiração ancestral no Mandaknega, especialmente os pasteis de angu feitos por Stanley Albano, um jovem negro LGBTQIA+ que transformou o quintal de casa, no Santa Efigênia, em espaço gastronômico.

27. Pastel tem em todo canto, mas recheado com couve-flor é somente no Bar do Baiano, no Pompéia. O carisma imbatível do dono do bar é outro atrativo. Telefone: 99502-8585

28. A cozinheira Daniela Kohn promove o que ela chama de “gastroperformance”. Trata-se de um jantar onde os comensais ficam vendados, o que amplia as percepções sensoriais e cria um ambiente totalmente inusitado. Acontece mensalmente. Informações no Instagram.

29 - Um ótimo passeio cultural fora da zona sul é ir ao Viaduto das Artes, que fica no Barreiro. O local tem uma movimentada agenda de eventos e ações, e mantém diálogo constante com as comunidades do entorno.

30. Experimentar uma ampla variedade de cervejas artesanais na Casa Olec, no São Pedro.

31. Ter contato com apresentações inquietantes de música instrumental na Fundação de Educação Artística. A entidade faz um trabalho obstinado há mais de 50 anos

32. Ter um coworking, um bar e um restaurante, tudo no mesmo lugar, e esse local ainda ser um hotel aconchegante. É assim no Novotel BH Savassi

33. Sabe o que é vogue? É um estilo de dança urbana inspirado nas poses que as modelos faziam na capa da lendária revista de mesmo nome. O acolhimento de pessoas transexuais é outro diferencial. BH tem boas +apresentações do estilo. Siga as meninas do Trio Lipstick para se inteirar.

34. No Barreiro você consegue comer um angu à baiana olhando para a Serra do Curral como paisagem. Basta ir até o Parada do Atleta.

35. No Sesc Venda Nova é possível fazer várias trilhas de bicicleta em meio a uma área de preservação ambiental com 100 mil m². Os estilos são mountain bike e cross country olímpico. Para usar a piscina, é necessário ser hóspede, mas o valor da diária vale a pena (a partir de R$59,00).

Trilha de bicicleta no SESC Venda Nova

36. Uma infinidade de atividades, todas gratuitas, acontecem na Escola Livre de Artes da Arena da Cultura. Ali é possível aprender a discotecar como DJ, entrar no universo do circo, aprender sobre dança, artes visuais e muito mais. Fique atento às inscrições.

37. Conheça artistas, tatuadores e outros empreendedores incríveis na Casa Híbrido.

38. Andar de skate, patins ou bicicleta na Esplanada do Mineirão, que virou point da garotada de todas as idades.

39. Aprender sobre cultura popular no Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional, que fica dentro do Parque Lagoa do Nado. O amplo espaço do parque é também um convite à contemplação em meio à natureza exuberante.

40. Visitar uma simpática exposição de fotos feita pelo seu Antônio, porteiro da Casa do Baile, que está em exibição em um canto do museu, situado na orla da Lagoa da Pampulha.

41. Tirar uma foto da vista panorâmica do Centro Cultural Vila Fátima, na Serra, que dá vista privilegiada para a Mata da Baleia.

42. Natureza no meio da cidade? No Parque Mosteiro Tom Jobim, no Luxemburgo, você encontra. As crianças adoram o passeio também.

43. Meditar com a turma do Instituto Mindfulness, que fica na Serra. Entre as várias atividades, eles promovem retiros com yoga e caminhada na natureza.

44. Reparar o céu como nunca antes, no cinema imersivo que é o Planetário do Espaço do Conhecimento da UFMG. Vai reabrir em janeiro de 2022

45. Perceber a riqueza de detalhes presente no incrível Presépio do Pipiripau, no Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG. No local também acontece uma visita à horta de plantas medicinais.

46. Deixar as crianças soltas correndo e brincando no Parque Cássia Eller, no bairro Castelo.

47. Um restaurante todinho dedicado ao ovo? O Ponto Ovo fica no Belvedere e consegue realizar essa proeza. Ovo no pote com purê de batata baroa, azeite trufado, flor de sal, cebolinha e torradas de acompanhamento é a estrela do cardápio 

48. Presenciar um ritual tradicional de chá feito por mulheres negras no Museu dos Quilombos e Favelas Urbanos. O espaço cultural é reconhecido nacionalmente como referência em museologia social, devido ao diálogo permanente que a instituição mantém com a comunidade da Vila Estrela, onde está instalado.

49. É vegano? A capital dos bares tem lugares especiais. Para um almoço mais encorpado, vá ao Camaraderia. Aos amantes de café, a dica é procurar a Mona Cafe BH. Para refeições triviais, o Pe de Couve é um self-service

50. Fazer uma visita guiada no Museu da Inquisição, no bairro Ouro Preto, cujo acervo exibe documentos e objetos sobre esse período histórico.

51. O Parque Roberto Burle Marx é mais conhecido como Parque das Águas. Com 176 mil m², tem um pequeno lago, área gramada e área para esportes. Fica no Barreiro e é um ótimo passeio.

52. Sabia que existe um rolê noturno no zoológico de BH para conhecer os animais que só aparecem à noite? É que alguns bichos como tigres, leões, lobos, antas e tamanduás costumam dormir durante o dia e ficar mais ativos somente após o sol dar tchau. A Expedição Coruja ensina aos visitantes detalhes sobre a vida desses bichanos. Foi interrompida durante a pandemia, mas vale ficar atento para quando as atividades forem retomadas.

53. Cantar no karaokê do bar da Cássia, o mais animado da cidade. Desafinados também têm vez.

54. Apreciar a vista no mirante da caixa d'agua, no bairro Mangabeiras. Prefira ir ao local durante o dia. Rua Ministro Vilas Bôas, 2, Mangabeiras.

55. Fazer um tour pela imensidão do Aglomerado da Serra e conhecer as potencialidades da comunidade. A turma da Espinhaço Operadora promove vários passeios. É possível visitar os grupos de cultura da região, ou fazer uma imersão em aprendizados sobre plantas medicinais, agroecologia e culinária, com visita a uma comunidade de preceito rastafari. E ainda aprender com o Kilombo Manzo Ngunzo. Já o grupo Serrão Turismo Receptivo leva o visitante aos mirantes da região, mas os passeios serão retomados somente em janeiro, em função das chuvas de agora.

56. Garças, tucanos, maritacas, beija-flores e araras costumam aparecer durante o passeio de observação de pássaros que ocorre na Pampulha, feito pela Espinhaço Operadora.

57. Assistir ao Duelo de MCs, embaixo do Viaduto Santa Tereza, é das experiências urbanas mais interessantes da cidade. Durante a pandemia teve um hiato, mas vale ficar de olho no Instagram Família de Rua para saber quando as apresentações voltarem. A previsão é que seja em fevereiro de 2022.

58. Comer uma fatia do famoso bolo da Matilda feito na loja Doce que Seja Doce, na Savassi. Prepare-se para um escândalo com fartas camadas de chocolate e caramelo.

59. Vivenciar uma experiência de jantar com menu degustação é uma imersão gastronômica que fica na memória. O Glouton, de Leonardo Paixão, e o Pacato, do Caio Soter, são excelentes opções.

60. Cansou do seu visual? Nas cadeiras do Glow você senta e sai uma pessoa renovada. E a casa, que fica na Cidade Jardim, começou a realizar uma promissora feirinha de expositores.

61. O café com a vista mais inspiradora de Belo Horizonte fica na Sterna, no Estoril. Prefira ir no fim da tarde, quando a casa conta com música ao vivo para inspirar a despedida do sol.

62. No Museu de Ciências Naturais da PUC Minas você encontra réplicas gigantes de fósseis de dinossauros e outros bichos.

63. A Funarte tem um espaço amplo bem no centro que precisa ser mais conhecido e visitado. Os galpões recebem ótimos eventos culturais, alguns para crianças. Por ali sempre tem algum espetáculo ou festival imperdível.

64. Conheça mais sobre nossos artistas populares e suas obras incríveis visitando o Centro de Arte Popular, que fica pertinho da Praça da Liberdade.

65. Belo Horizonte possui galerias de arte excelentes e criativas. Confira essa seleção para começar a explorá-las:

66. Fazer escalada em plena Savassi? Na Rokaz você sobe pelas paredes numa altura de até 17 metros.

Crédito: Reprodução Centro de Arte Popular

67. BH não tem mar, mas é possível comer ostras de qualidade na cidade. O Turi, no Ponteio Lar Shopping; o Pasta Lab, na Savassi; o Okinaki e o Dona Derna, ambos em Lourdes, são algumas opções.

68. Comprar livros usados a preços camaradas no Sebo do Gueto ou na tradicional Livraria Amadeu, fundada em 1948.

69. Os jantares no Ajê, restaurante do chef David Faria, em Santa Tereza, são temáticos. A casa já preparou menu de inspiração vitoriana, indígenas e árabe, sempre acompanhados por algum número de dança ou música.

70. Cair nas compras de itens de casa e gastar pouco. As lojas da Favani têm itens de cama, mesa e banho com precinhos bem atrativos.

71. Tomar algum dos 106 shots disponíveis no bar do Bucaneiro Shots, no Anchieta

72. Comprar camisetas estampadas com arte urbana feita em BH na loja do Real Grapixo.

73. Na Savassi Pride você encontra roupas e itens de decoração com temática LGBTQIA+..

74. Comer carnes exóticas no Quintal Pampulha. No cardápio da casa você encontra carne de rã, búfalo, coelho, javali e até a deliciosa moqueca de jacaré (imagem à direita).

75. O Rock da Regina é realizado há 11 anos no Centro Cultural Lindéia Regina. É um evento de resistência para o rock periférico, e por ali já se apresentaram centenas de bandas independentes.

76. No bairro União, o Odara se apresenta como um lugar de experiências e realmente entrega o que promete. O bar tem uma agenda criativa e recebe números de dança, workshops, cursos e tem até clube do livro. Imperdível.

taxo de moqueca de jacaré do Quintal Pampulha

Crédito: Reprodução Quintal da Pampulha

77. A turma do Masterplano faz os rolês de música eletrônica mais instigantes da cidade. Colar neles é obrigatório.

78. O Deputamadre é uma das principais casas de música eletrônica do Brasil, e fica aqui pertinho, no bairro Floresta. Acabou de reabrir. Ida obrigatória para quem curte a cultura da noite.

79. Curtir uma noite de dança de salão no tradicionalíssimo Clube Fantasy, no bairro Salgado Filho.

80. A noite não tem fim no Tim Academia de Bilhares, bar com 15 mesas de sinuca que fica a uma quadra da Praça 7, em pleno centro. Entre uma tacada e outra, prove o delicioso mexido da casa. Fica na rua Carijós, 109, telefone 3226-8476.

81. Sinuqueiros que preferem um lugar mais intimista optam pelo Brunswick, no Mangabeiras. Na avenida Afonso Pena, 4172, 2º andar, telefone 2514-5696. A casa existe desde 1939.

82. Se fumar charuto é sua praia, os melhores modelos, nacionais ou importados, são vendidos na loja A Tabacaria, espécie de bar onde fumar é permitido. Fica na Serra..

83. É um delicioso aprendizado sair descobrindo que aquilo que você achava que era mato, na verdade, é comestível. O pessoal da Jaca Verde promove um passeio por BH mostrando as chamadas plantas alimentícias não convencionais, as pancs.

84. Histórias curiosas e pessoas famosas estão sepultadas no Cemitério do Bonfim. O local tinha uma visita guiada que era uma verdadeira aula sobre a história de Belo Horizonte. O tour foi interrompido na pandemia, mas vale ficar atento sobre o retorno. O telefone é 3277-7286

85. Objetos de todas as épocas e cheios de significado estão reunidos no Museu do Cotidiano. A iniciativa de um colecionador particular abriga um acumulado com mais de 100 mil itens, cuja visitação é feita sob agendamento.

86. Ações de educação ambiental ocorrem numa bela mata no Barreiro, onde funciona o Centro de Educação Ambiental no Barreiro. No local existe trilha adaptada para pessoas com deficiência que permite contato com a natureza. Agendamentos no email usca.ceambarreiro@copasa.com.br

87. No bairro Camargos, o bar Us Motoca dedica-se à cultura motociclista e ainda tem uma vista inspiradora da cidade. Outro ponto de encontro da turma que curte motos é o Chopperhead Garage, no Prado.

88. Super bem cuidada, a Casa Kubitschek integra o Conjunto Moderno da Pampulha. O museu apresenta um belo acervo de mobiliário do modernismo, além de exposições temporárias.

89. Surpreenda-se com o Parque Nossa Senhora da Piedade, no bairro Aarão Reis. O lugar é tranquilo, menos visado que outros parques da cidade, tem um pequeno lago, quadra e pista de skate.

90. Mangueiras, jabuticabeiras e bananeiras enfeitam o Parque Jacques Cousteau, no bairro Estrela do Oriente, próximo ao Betânia. É um oásis no meio da cidade, onde é possível fazer trilhas e esquecer dos problemas.

91. Se bateu aquela vontade de tomar a saideira na madrugada e ficou difícil encontrar lugar aberto, aposta certeira é o Bar do Zé Luiz, que abre às 2h e segue até 9h. Fica dentro do Mercado Novo, no centro, mas na parte de baixo.

92. Dentro do shopping Del Rey tem uma capela meio escondida. Vale ir e fazer uma oração. Basta procurar pela Capela de São Judas Tadeu dentro do centro de compras.

93. No bairro Santa Cruz é famosa a igreja em formato de baleia, popularmente conhecida como Tempo da Baleia. Vale visitar e para garantir a foto curiosa. Trata-se da Casa de Oração para Todos os Povos.

imagens mostram templo em formato de baleia

94. O Museu do Bordado reúne acervo com com toalhas, lençóis, fronhas, toalhas de batismo e camisolas, algumas datadas de 1790.

95. Menos lembrada do que suas colegas mais imponentes, como as igrejas de Lourdes, São José e Boa Viagem, a Capela Nossa Senhora do Rosário é a mais antiga da capital. Fica na rua São Paulo, 759, centro.

96. A monumental Catedral de Cristo Rei está em construção no bairro Juliana, mas ali já são realizadas missas aos domingos em três horários. Também é possível fazer visitas à construção inacabada, basta agendar na Arquidiocese de BH pelo telefone 3269-3100.

97. Conhecer a maior coleção de minerais raros do país, que fica no Museu das Minas e do Metal - MMGerdau, na Praça da Liberdade. Outro item divertido é o elevador de Dom Pedro II.

98. A Academia Mineira de Letras guarda relíquias, como manuscritos do poeta Carlos Drummond de Andrade. Outro acervo raro são os escritos de Eduardo Frieiro, nome fundamental dos estudos a respeito da culinária mineira.

99. A BeGreen é uma fazenda urbana com 1.000 m². Fica anexa ao Boulevard Shopping e produz mais de 40.000 pés de hortaliças fresquinhas por mês. No espaço agradável, com restaurante e mercado agroecológico, também ocorrem visitas agendadas.

100. Viaje no tempo dentro do Memorial Vale, onde são contadas histórias da construção da capital mineira. Prepare-se para tomar sustos na sala que narra as lendas urbanas da cidade.

101. Uma bica d’água faz super sucesso no bairro Sagrada Família. Fica na rua Abílio Machado e atrai gente o dia todo. Acabou virando ponto de encontro.

102. O Museu de Artes e Ofícios tem um túnel subterrâneo em seu interior. Os objetos em exposição mostram como eram as atividades em tempos idos, como tanoeiro, oleiro, curtidor e o seleiro. Vale a pena conhecer, por exemplo, como funcionava uma venda nos tempos dos nossos avós e bisavós.

103. No bairro São Marcos, o Quintal Divina Luz é um dos sambas mais genuínos de Belo Horizonte. Mantém intercâmbio constante com o cenário carioca, e por isso recebe cotidianamente grandes músicos da cidade maravilhosa.

104. Um bar no edifício Sulacap, no centro, tem ficado disputado de quinta em diante - e com filas. Trata-se do Sula, que serve almoço durante o dia e vira baladinha à noite.

Crédito: Reprodução Sula.

105. A Colorê é uma livraria inteirinha dedicada ao público infanto-juvenil. Além dos diversos livros com histórias encantadoras, publicações de colorir, massinhas e brinquedos em madeira completam o acervo.

106. Na boca do povo, os bares que ficam no início da avenida Amazonas são conhecidos como botecos das palmeiras. É um dos points mais animados do centro, onde o pagode e o samba podem durar horas a fio.

107. Na programação da Biblioteca Pública Infantil e Juvenil sempre tem uma roda de leitura, saraus e contação de histórias. Fica no Centro de Referência da Juventude (CRJ), na Praça da Estação. Uma pena o local ainda estar fechado em dezembro de 2021, mas quando reabrir, não deixe de conferir. A previsão de reabertura é janeiro de 2022.

108. Invista no seu lado radical e tome aulas de wakeboard e wakesurf com o pessoal da BH Wake School.

109. As mostras de cinemas mais incríveis são realizadas pela excelente turma do Cine Humberto Mauro, a sala de exibição que fica dentro do Palácio das Artes. A programação é imbatível e sempre exibe filmes que você não vai encontrar facilmente por aí.

110. Não está encontrando aquele filme clássico nas plataformas de streaming? A Art Vídeo Savassi é uma videolocadora - sim, elas ainda existem! - que tem um catálogo repleto de obras-primas.

111. O Funtasy é um lugar onde a diversão é certeira. É um bar com inúmeros jogos de tabuleiro disponíveis para a clientela na forma de compra, aluguel ou delivery. Claro, tem comida e bebida também.

112. Dois bons lugares para tomar um ar fresco na região Centro-Sul são os parques Julien Rien, no Anchieta, e a Mata das Borboletas, no Sion.

113. Assistir a um concerto da Orquestra Filarmônica na Sala Minas Gerais é uma experiência única. Pode ser relaxante, provocativo, transcendental. Vale lembrar que a cidade conta ainda com a Orquestra Sinfônica, que se apresenta no Palácio das Artes.

Orquestra Filarmônica, na Sala Minas Gerais. Crédito: Bruna Brandão

114. Conheça mais sobre a história de Belo Horizonte sob o ponto de vista da transformação do comércio da cidade. Na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) existe um interessante espaço dedicado à preservação dessa memória, chamado Ponto Cultural CDL.

115. É adrenalina na veia encarar a tirolesa que funciona dentro do Estádio Mineirão (https://www.instagram.com/mineirao). A experiência de descer no cabo de aço dentro do templo do futebol mineiro é única.

116. As mercearias antigas estão desaparecendo da cidade, infelizmente. Elas vendem ratoeira, salsicha enlatada, vela de sete dias, preservativo, petiscos de estufa e cerveja geladinha. Antes que sumam de vez, visite uma delas. O Armazém do Zé Totó, no bairro Aparecida, é uma viagem ao passado. Telefone: 3428-3066.

117. Procura um lugar aconchegante e intimista para um encontro de casal? O A2 Bistrô no Palmares, é uma boa pedida.

118. Fãs de games frequentam o Lounge Games, um bar na região do Barreiro dedicado a jogos de computador, como Fortnite, Free Fire e Roblox.

119. Os bolos feitos por Renata Bastos Zanetti são uma obra de arte. Artesanais, usam flores secas, galhos, mensagens e velas como decoração. O visual é tão impecável que dá vontade de ficar só olhando.

120. Conheça o processo de fabricação de uma cerveja alemã em plena terra do pão de queijo. Basta agendar a visita guiada na cervejaria Hofbräuhaus, em Lourdes.

121. Drinques caprichados e música de qualidade constam no cardápio do Mina Jazz Bar. A requintada casa, que tem até um piano Steinway, funciona dentro do Automóvel Clube, o que torna a experiência ainda mais particular.

122. Alguns botecos estão se destacando por criar petiscos com ingredientes mineiros, mas saindo do óbvio. Se essa pegada te interessa, seu lugar é o Chico Dedê, no Anchieta. Dica: prove o tempurá de quiabo com molho tonkatsu ao perfume de cachaça.

123. Permita-se beber cachaça de qualidade e você não irá se arrepender. No Lamparina você tem acesso a excelentes drinques com a marvada, feitos somente com rótulos mineiros. Outro lugar que trata o destilado com carinho é o Köbes, no Horto. No Bananeiras, no Prado, tem cachaça até de banana

124. Pegar uma sessão em uma cinema de rua, especialmente em um lugar bucólico como a Praça Duque de Caxias, em Santa Tereza, onde funciona o Cine Santa Tereza. O local tem exibição constante de filmes brasileiros e internacionais, além de mostras e filmes independentes.

Cine Santa Tereza. Credito: Ricardo Laf